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Fenavinho é destaque na Câmara Municipal de Bento

Primeiro presidente da Festa Nacional do Vinho, Moysés Luiz Michelon ocupou a tribuna da Câmara durante a Sessão Ordinária dessa segunda-feira (10)Bento Gonçalves é hoje denominada como Capital Nacional do Vinho. A cidade é pioneira no Brasil no desenvolvimento do Enoturismo e pertence à Serra Gaúcha, a mais importante região vinícola brasileira, respondendo por cerca de 85% da produção nacional de vinhos.

Atualmente, o charmoso município sedia a Avaliação Nacional de Vinhos, o maior evento do gênero no ramo da vitivinicultura e também o Brazil Wine Challenge, ambos os eventos credenciados pela Organização Internacional da Uva e do Vinho – OIV e pela União Internacional de Enólogos – UIOE.
Todas essas conquistas e reconhecimentos, no entanto, tiveram seu embrião há cerca de 50 anos. O nascimento da Fenavinho – Festa Nacional do Vinho, em 1967, projetou a cidade de Bento Gonçalves nacionalmente, e tornou o município a Capital Brasileira do Vinho.

Para resgatar a memória da Festa e como preparativos para a próxima edição do evento, prevista para 2019, uma série de ações ocorrem no ano de seu cinquentenário. Uma delas foi a Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Bento Gonaçalves realizada nesta segunda-feira, 10, que contou com a presença do presidente da primeira edição da Festa Nacional do Vinho, Moysés Luiz Michelon.

A Fenavinho surgiu em 1967 para promover o vinho brasileiro e congregar as diferentes regiões vitivinícolas do país. Em seu pronunciamento, Michelon lembrou o início dessa história e os desafios enfrentados ao longo de cinco décadas. “O ano de 2017 não deve ser apenas um ano de reflexão, mas um ano que definitivamente marcará o recomeço da Fenavinho. Sempre em qualquer atividade humana ou empresarial surgem as dificuldades e elas apenas são superadas com criatividade, inovação e trabalho. Se nada for feito em relação à Fenavinho, nada acontecerá, e a Fenavinho, que está adormecida, não reviverá. Bento Gonçalves não pode deixar isso acontecer”, discursou ele.

Na oportunidade, Michelon entregou cópias de um relatório sobre o evento redigido por sua diretoria executiva em 1969. Segundo ele, na época em que foi publicada sua primeira versão, apenas 15 exemplares foram impressos em mimeógrafo a álcool, devido à falta de recursos.
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